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Quem viveu na antiga Vila Paranoá (atual Parque Vivêncial), pôde presenciar o sagrado sofrimento do Povo da nossa cidade. As casas eram de madeirite, o esgoto corria a céu aberto, haviam poucas escolas, apenas um posto de saúde, asfalto nem pensar, a água chegava em caminhões-pipa, no poço artesiano em frente a Igreja São Geraldo ou nos chafarizes. Os moradores carregavam a água em latas até as suas casas, pois não havia água encanada.
Hoje, a história é totalmente inversa. Viver aquí, apesar da violência e do desemprego, é muito bom, porém é preciso valorizar o passado de lutas e conquistas do nosso povo, para construir uma cidade pacífica e um futuro digno para as próximas gerações.
Cicero
Filho - webdesigner
Vai aí um pedacinho da História do Paranoá.
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A Vila Paranoá originou-se do acampamento de obras construído em 1957, cuja finalidade era alojar os trabalhadores que vieram construir a barragem formadora do Lago Paranoá. Após o término da construção, em 1960, permitiu-se que vários permanecessem no local. Com a chegada constante de novos imigrantes a vila cresceu desordenadamente, levando o Governo a criar o Núcleo Urbano, numa área próxima à antiga vila. No novo núcleo foram instaladas as famílias pioneiras, que viviam na Vila Paranoá e os moradores de diversas invasões, que para lá foram transferidos e fixados.
O Paranoá é a sede da RA VII, que foi criada pela Lei n.º 49/89 e o Decreto n.º 11.921/89.
A região é formada de áreas urbana e rural. A área rural é composta pelas Colônias Agrícolas: Buriti Vermelho, Cariru, Capão Seco, Lamarão, São Bernardo, pelos Núcleos Rurais Jardim e Três Conquistas, Agrovila Capão Seco e as Áreas Isoladas: Quebrada dos Guimarães, Santo Antonio, Quebrada dos Neres e o pelo Programa de Assentamento Dirigida – PAD-DF.
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Fonte: CODEPLAN/Mapa da Região Integrada de Desenvolvimento. |
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